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REAÇÕES ADVERSAS ÀS DROGAS

11 de junho, 2021

IMPORTÂNCIA PARA AS PROVAS!
Este é um capítulo SEMPRE cobrado em provas de concurso e do TED, com diferentes abordagens.

Farmacodermia é um quadro particular e mais frequente das Reações Adversas às Drogas (RAD) e pode ser entendida como qualquer efeito indesejável na estrutura ou funçã o da pele, de anexos cutâneos ou mucosas.

As RADs podem ser classificadas como previsíveis e imprevisíveis e de acordo com os tipos de efeitos adversos desencadeados.

• REAÇÕES PREVISÍVEIS: relacionadas à ação farmacológica da droga conhecida de antemão e ocorre em qualquer pessoa; são dose-dependentes; exemplos: efeitos colaterais e secundários, toxicidade e interações medicamentosas.

• REAÇÕES IMPREVISÍVEIS: independentes da dose, em geral não associadas ao efeito farmacológico da droga, e associadas à suscetibilidade individual, como na intolerância, idiossincrasia e hipersensibilidade.

TIPOS DE REAÇÕES ADVERSAS ÀS DROGAS

TIPO A:
REAÇÕES TÓXICAS: dose-dependentes; 85 a 90% das
RADs; ex.: xerose com o uso de retinoides e hipoglicemia por uso de hipoglicemiante.

TIPO B: REAÇÕES IDIOSSINCRÁSICAS: são dose-independentes e imprevisíveis; dependem de características dos pacientes; 10 a 15% das RADs.
B1: reações alérgicas imediatas, tardias e retardadas. Ex.: urticária,
anafilaxia e exantemas.
B2: reações de fotossensibilidade.
B3: doenças autoimunes.
B4: reações pseudoalérgicas.

TIPO C: Relacionadas com o aumento estatístico da ocorrência de uma doença em pacientes expostos a um medicamento frente à sua frequência basal em não expostos; são manifestações tardias decorrentes da resposta farmacológica alterada, resultante de uma exposiçã o mantida à droga
e/ou à progressão da doença. Ex.: síndrome de Cushing com o uso de corticosteroides; hepatotoxicidade com o uso de paracetamol.

TIPO D
Efeitos tardios como carcinogênese ou teratogenicidade. Ex.: teratogenicidade pelos retinoides e talidomida; tumores epiteliais pelo uso de ciclosporina.

TIPO E
Sobrecarga da droga por superdosagem ou acúmulo excessivo da droga ou seu metabólito. Ex.: insuficiência adrenal após o uso do corticosteroide; epilepsia após a descontinuação de anticonvulsivante.

TIPO F: Falência terapêutica inesperada. Ex.: falha de anticoncepcional.

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