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SÍNDROME DE GIANOTTI-CROSTI

1 de abril, 2021

Sinônimo: acrodermatite papular da infância.

É uma dermatose rara e autolimitada, com pico de incidência entre 1 e 6 anos. RAROS relatos de casos em adultos (maioria do sexo feminino). Sua incidência é desconhecida, já que, é provavelmente subdiagnosticada. Sua patogênese ainda não foi DEFINIDA. Atualmente considerada uma dermatose de padrão REACIONAL (vírus ou complexos imunes circulantes levariam à uma reação de hipersensibilidade tardia celular). Já descrita em associação com infecções virais (EBV, coxsackie do tipo B, herpes vírus do tipo 6 e hepatite B), bacterianas e vacinas.

Também é relatada associação com dermatite atópica e história familiar de atopia (não se sabe qual mecanismo seria predisponente).

Quadro clínico

– Pródromos podem ocorrer: faringite, IVAS ou diarreia;
– ACHADOS CLÁSSICOS: múltiplas pápulas monomórficas, eritematosas ou normocrômicas não descamativas; lesões podem coalescer em placas;
– Pode haver vesiculação e crostas sero-hemáticas
– Prurido discreto;
– Distribuição simétrica: acral, face, superfícies extensoras das extremidades e região glútea;
– Tronco, palmas e plantas são geralmente poupados (se acometidos não excluem o diagnóstico);
– Manifestações sistêmicas (febre baixa, linfadenopatia generalizada,
hepatomegalia e esplenomegalia) são INCOMUNS;
– Mucosas e unhas POUPADAS;
– Em adultos a apresentação pode ser atípica;
– Doença de curso BENIGNO E AUTOLIMITADO: resolução em até 8 semanas, SEM cicatrizes;
– Relatos de recorrência são descritos, porém muito INCOMUNS;
– O diagnóstico é clínico, já que a HTPL é inespecífica.

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